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Quando agradar vira identidade: o custo invisível do fawning
Já falamos aqui sobre o fawning como resposta ao trauma — a estratégia em que agradar, ceder e evitar conflitos se tornam formas de sobrevivência relacional. Mas existe um ponto ainda mais delicado e silencioso: quando o fawning deixa de ser comportamento e passa a moldar a identidade. Muitas pessoas que vivem nesse padrão não se percebem como traumatizadas. Elas se veem como empáticas, dedicadas, responsáveis, maduras. E, de fato, muitas são. O problema não está em ser cuid

Instituto Neurofeedback
há 9 horas3 min de leitura
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